TCI – Fantasmas Eletrônicos

TCI - Fantasmas Eletrônicos

Goulart de Andrade entrevista o cineasta Geraldo Santos e o médico parapsicólogo Max Berezovsky no programa “Comando da Madrugada”, exibido em 15/06/1996, na TV Manchete. Eles discutem sobre a T.C.I. – Transcomunicação Instrumental, disciplina que estuda as manifestações de espíritos através de aparelhos eletrônicos (gravadores, computadores, telefone, radio ou TV). As pesquisas começaram na década de 1950 com Friedrich Jurgenson, autor do livro “Telefone para o Além” e prosseguiram com Konstantin Raudive, Peter Bander, Jules e Maggie Harsch-Fishbach, Klaus Schreiber, Ernst Senkowski, George Meek, Hernani Guimarães Andrade, Flávio Pereira, George Magyary, Hilda Hilst, Sonia Rinaldi, dentre outros. Exibição de algumas filmagens, fotos e equipamentos utilizados nos experimentos.

O Melhor Registro de TCI já Obtido

O Melhor Registro de TCI já Obtido

Trecho de um vídeo da TV CEI, exibido em seu canal na data de 17 de agosto de 2012, apresenta uma gravação de voz por meio de um gravador de fita cassete de uma mensagem de um suposto espírito de nome Astrogildo Eleutério da Silva. Esta gravação foi realizada em 2002 durante o XI Congresso Espírita da Bahia, realizado no Centro de Convenções da Bahia, oportunidade em que foi realizada uma sessão de Transcomunicação Instrumental com a coordenação do pesquisador Clóvis Nunes. Esta é considerada a melhor gravação de voz paranormal do Brasil. Idioma: português. Crédito: vídeo da TV CEI com Licença de atribuição Creative Commons (reutilização permitida).

Contatando o Invisível – Globo Repórter

Trecho do programa Globo Repórter, veiculado em 23 de agosto de 1991, trata da Transcomunicação Instrumental. É apresentada as pesquisas de Mário Amaral Machado com a gravação de vozes de supostos espíritos e a técnica do Vidicom, utilizada pelo pesquisador Wilson Picler para gravar imagens de alegados seres fora da matéria.

Transcomunicação Instrumental – TCI

A moderna fase da TCI iniciou-se com o crítico de arte sueco Friedrich Jürgenson (1903-1987) que, em seus momentos de lazer, em sua casa de campo em Molbno, tinha o hábito de gravar o canto dos pássaros da região. Em 1959, ao escutar uma dessas gravações, deparou-se com vozes humanas entre os cantos gravados. Estranhou o fato, uma vez que estivera absolutamente só ao realizar a gravação, no meio de um bosque. Ao ouvir com mais cuidado, notou que se tratava de vozes de pessoas e que podiam ser percebidas palavras em vários idiomas, o que descartava a hipótese de interferência de alguma emissora de rádio. Aprofundando-se em novas gravações, assombrou-se ao perceber que as vozes o chamavam pelo nome, por apelidos e que podiam responder a perguntas feitas no local, o que também descartava a hipótese de captação de rádio-amador ou outro tipo de transmissão à distância. Indagando de quem seriam aquelas vozes, a resposta não tardou: “Somos os mortos…”.