O “Crime” da FEB com o livro A Gênese de Allan Kardec

Meus Irmãos, abaixo está uma das diversas adulterações efetuadas pela FEB, aquela que se diz Casa Mater do Espiritismo no Brasil. Neste caso foi a retirada do item 67 do capitulo XV do titulo “Desaparecimento do corpo de Jesus” e substituído pelo item 68 e renomeando como 67. Ou seja, o Livro Original de Allan Kardec têm neste capítulo 68 itens! Esse crime foi na intenção de evitar atitudes contrarias ao Roustanguismo. Com certeza o livro que os Irmãos têm em casa é da FEB. O texto retirado está em negrito. Confiram! 

Grato
Edson Rocha

Gênese da FEB Federação Espírita BrasileiraTradutor Dr. Guillon Ribeiro

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  66. – Aos fatos materiais juntam-se fortíssimas considerações morais. Se as condições de Jesus, durante a sua vida, fossem as dos seres fluídicos, ele não teria experimentado nem a dor, nem as necessidades do corpo. Supor que assim haja sido é tirar-lhe o mérito da vida de privações e de sofrimentos que escolhera, como exemplo de resignação. Se tudo nele fosse aparente, todos os atos de sua vida, a reiterada predição de sua morte, a cena dolorosa do Jardim das Oliveiras, sua prece a Deus para que lhe afastasse dos lábios o cálice de amarguras, sua paixão, sua agonia, tudo, até ao último brado, no momento de entregar o Espírito, não teria passado de vão simulacro, para enganar com relação à sua natureza e fazer crer num sacrifício ilusório de sua vida, numa comédia indigna de um homem simplesmente honesto, indigna, portanto, e com mais forte razão de um ser tão superior. Numa palavra: ele teria abusado da boa-fé dos seus contemporâneos e da posteridade. Tais as consequências lógicas desse sistema, consequências inadmissíveis, porque o rebaixariam moralmente, em vez de o elevarem. Jesus, pois, teve, como todo homem, um corpo carnal e um corpo fluídico, Q que é atestado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que lhe assinalaram a existência.

  67. – Não é nova essa ideia sobre a natureza do corpo de Jesus. No quarto século, Apolinário, de Laodicéia, chefe da seita dos apolinaristas, pretendia que Jesus não tomara um corpo como o nosso, mas um corpo impassível, que descera do céu ao seio da santa Virgem e que não nascera dela; que, assim, Jesus não nascera não sofrera e não morrera, senão em aparência. Os apolinaristas foram anatematizados no concílio de Alexandria, em 360; no de Roma, em 374; e no de Constantinopla, em 381.


 Nota da Editora: Diante das comunicações e dos fenômenos surgidos após a partida de Kardec, concluiu-se que não houve realmente vão simulacro, como igualmente não houve simulacro de Jesus, após a sua morte, ao pronunciar as palavras que foram registradas por Lucas (24:39): – “Sou eu mesmo, apalpai-me e vede, porque um Espírito não tem carne nem osso, como vedes que eu tenho.”Tinham a mesma crença os Docetas (do grego dokein, aparecer), seita numerosa dos Gnósticos, que subsistiu durante os três primeiros séculos.Nota da Editora: Não somente foram anatematizados os apolinaristas, mas também os reencarnacionistas e os que se põem em comunicação com os mortos.


Gênese – Editora Léon Denis RJTradução de Albertina Escudeiro Sêco66. 

Aos fatos materiais vêm se juntar considerações morais importantíssimas. Se Jesus houvesse estado, durante sua vida, nas condições dos seres fluídicos, não teria experimentado nem a dor, nem nenhuma das necessidades do corpo. Supor que tenha sido assim, é tirar-lhe todo o mérito da vida de privações e de sofrimentos que havia escolhido como exemplo de resignação. Se tudo nele fosse aparência, todos os atos da sua vida, o anúncio reiterado da sua morte, a cena dolorosa no Jardim das Oliveiras, sua prece a Deus para afastar o cálice de seus lábios, sua paixão, sua agonia, tudo, até o último brado, no momento de entregar o seu espírito, não teria passado de um vão simulacro para enganar quanto à sua natureza e fazer crer no sacrifício ilusório da sua vida, uma comédia indigna de um simples homem honesto, e com mais forte razão de um ser tão superior. Numa palavra: Jesus teria abusado da boa-fé dos seus contemporâneos e da posteridade. Essas são as consequências lógicas dessa teoria, consequências que não são admissíveis, porque o rebaixariam moralmente, em lugar de o elevarem. Assim, Jesus teve, como todos nós, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é comprovado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram a sua existência.

67. A que se reduziu o corpo carnal? Este é um problema cuja solução não se pode deduzir, até nova ordem, exceto por hipóteses, pela falta de elementos suficientes para firmar uma convicção. Essa solução, aliás, é de uma importância secundária e não acrescentaria nada aos méritos do Cristo, nem aos fatos que atestam, de uma maneira bem peremptória, sua superioridade e sua missão divina. Não pode, pois, haver mais que opiniões pessoais sobre a forma como esse desaparecimento se realizou, opiniões que só teriam valor se fossem sancionadas por uma lógica rigorosa, e pelo ensino geral dos espíritos; ora, até o presente, nenhuma das que foram formuladas recebeu a sanção desse duplo controle. Se os espíritos ainda não resolveram a questão pela unanimidade dos seus ensinamentos, é porque certamente ainda não chegou o momento de fazê-lo, ou porque ainda faltam conhecimentos com a ajuda dos quais se poderá resolvê-la pessoalmente. Entretanto, se a hipótese de um roubo clandestino for afastada, poder-se-ia encontrar, por analogia, uma explicação provável na teoria do duplo fenômeno dos transportes e da invisibilidade. (O Livro dos Médiuns, caps. IV e V.)

68. Essa ideia sobre a natureza do corpo de Jesus não é nova. No século IV,
  Apolinário de Laodicéia, chefe da seita dos apolinaristas, afirmava que Jesus não havia tomado um corpo como o nosso, mas um corpo impassível, que descera do céu no seio da Santa Virgem, e não nascera dela; que, assim, Jesus não havia nascido não sofrera e não morrera senão em aparência. Os apolinaristas foram excomungados no Concílio de Alexandria, em 360 D.C., no de Roma, em 374 D.C., e no de Constantinopla, em 381 D.C.*

14 thoughts on “O “Crime” da FEB com o livro A Gênese de Allan Kardec

  1. Comentário de Anderson Santos A. Silva em 23 dezembro 2011 às 23:01

    Certa ocasião fiz um estudo sobre o desaparecimento do corpo de Jesus e faltou uma chave. Por isso, deixei o estudo de lado. Posteriormente, fiquei conhecendo o item suprimido e pude concluir o estudo. É muito importante que os espíritas saibam sobre esse fato para que o edifício doutrinário não seja abalado pela lamentável alteração.

  2. Comentário de Claudio Tollin em 24 dezembro 2011 às 0:57

    Qualquer alteração em um texto é sempre lamentável e, sem dúvida, abala a confiabilidade naqueles que assim procederam os quais devem trazer as devidas explicações, se as há.
    No entanto, para mim pelo menos, a manutenção do item 66 por si só já deixa claro que não teria tido Jesus um corpo fluídico que o tornaria diferente dos demais encarnados.
    Já o item 67 que foi suprimido pela FEB, deixa a questão do desaparecimento do corpo de Jesus em aberto (têm-se apenas posições pessoais) para ser posteriormente esclarecida por novos conhecimentos ou por revelações dos espíritos e que passem pelo controle universal e pela lógica rigorosa.
    Parece-me que esta omissão em nada colaborou para fortalecer a tese do corpo fluídico. Mas isto de forma alguma justifica a omissão.
    Com a palavra a FEB.

    1. Comentário de Sadi Verao Hardem em 24 dezembro 2011 às 11:13

      Claudio Tollin… também entendi assim. Essa supressão não alterou em nada o entendimento, visto que está bem claro no texto da FEB que Kardec não concordava com a tese do corpo fluídico. Também não concordo com a supressão de nada do que foi nos foi legado e defender toda e qualquer depredação e seguir a sua recomendação de que, SE HOUVER ALGUM ENSINAMENTO QUE PROVE O CONTRARIO DO QUE FOI ESCRITO, FIQUEMOS COM A VERDADE. Então, fiquemos com Kardec e sua recomendação.

  3. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 24 dezembro 2011 às 14:27

    Gente: A FEB é uma fraude só: maior inimiga de Kardec desde que Bezerra de Meneses se tornou seu presidente e mudou o Estatuto para colocar a famosa cláusula pétrea de que lá só “reina” quem for roustainguista.
    Quanto às falsas traduções da FEB, sem dúvida, a pior é de “A Gênese” e quem quiser conhecer toda enorme adulteração que aquele livro sofreu, basta entrar no site de “A NOVA ERA” e lá encontrarão a minha tradução (pode não ser muito literária) fiel ao pé da letra referente àquilo que Kardec escreveu e veja, a quantidade de adulterações feita neste livro.
    Hoje, sem dúvida, a maior inimiga do verdadeiro Espiritismo é a FEB porque os demais, mesmo a falange jesuítica, não chega a seus pés.

    1. Comentário de Miguel Antônio da silva em 28 dezembro 2011 às 6:31

      Bom dia Carlos de Brito, ainda não tive a oportunidade de ler esse estudo, porém vou ser sincero com você talvez eu venha a ler para estar atento a várias opiniões e até que ponto o ser humano é capaz de ir com seus devaneios. Pois pelo tudo que tenho trabalhado e assistido dentro da doutrina espírita nos meus 30 anos de espiritismo, me deu a certeza da existência e passagem do nosso querido irmão e mestre Jesus por entre nós, não tenho essa dúvida pois a equipe de espíritos benevolentes trabalhadores do bem que vem nos assistir nos trabalhos de cura, sempre buscam em Jesus a força maior para seus trabalhos juntos a nós que ainda somos tão pequenos e limitados, por isso talvez a dúvida e ceticismo de alguns. Desculpe meu caro irmão, mas o meu amor por Cristo é incondicional pois ele é todo exemplo do bem que devemos buscar para o nosso crescimento e evolução espiritual. Um abraço fraterno, fique com Deus e Jesus no coração.

      1. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 28 dezembro 2011 às 10:06

        Na verdade, a mim nada me afeta ter Jesus existido ou ser meramente um mito: o importante é que, o que lhe é atribuído leva a pessoa ao bom caminho, portanto, independentemente de “ser ou não ser”, se seguirmos tais ensinamentos, seja qual for a verdadeira fonte, estaremos caminhando para o bem. Não aceito o conceito de que “Jesus Salva”. Afinal, salva de quê? De afogamento? Além disso, são suas palavras: – “assim como fizeres, assim acharás”. – Lei do equilíbrio Universal que Galileu enunciou: – “A toda ação corresponde uma reação igual e contrária”. – Logo, seja que ato tenhamos cometido, a reação será igual e contrária (assim acharás). Independente de Jesus.

  4. Comentário de Junior em 28 dezembro 2011 às 10:58

    Na realidade o planeta hoje tem uma previsão populacional de 7 bilhões de habitantes … sem contar as diversas populações dimensionais da crosta …. É vero de que as leis reacionais e de causa e efeito são uma realidade constante …, contudo a consciência delas é legado de poucos … para muitos o conceito de que JESUS salva, serve como um cajado de apoio e esperança daqueles que tombam ante aos obstáculos erguidos pela própria ignorância existencial … somos ainda como crianças vivendo em conto de fadas a onde como atores principais cujo caráter e moral bipolar nos reserva o confronto íntimo do bem contra o mal. E nesse confronto nossos medos e inseguranças infantis necessitam da mão amiga do governante planetário JESUS … nosso tutor que com sua luz crística oriunda de seu amor incondicional a todos nós …. Ilumina e guia-nos em nossa jornada evolutiva …

    1. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 28 dezembro 2011 às 11:11

      Junior: só discordo que considere Jesus como governante planetário, pois, para sê-lo, jamais poderia se encarnar como criatura humana e ficar bitolado a um corpo material. Nosso guia supremo da Terra tem que nos governar da Espiritualidade, tal a necessidade, incluindo o orbe espiritual desencarnado que, se estivesse bitolado a um corpo, jamais poderia gerir.
      Além disso, é muito fanatismo excluir os outros grandes missionários. Vyasa, autor do Bagavad Ghita, no seu livro intitulado Puranas fala de Iésu, o enviado de Krishna na Terra, para trazer os ensinos de Brahma, iria ter sua nona encarnação coincidentemente na era em que se atribui jesus em Jerusalém. Ora, o Hinduísmo é muito anterior e, como tal, esta previsão coincidentemente nos leva a admitir que, para os Hindus, Jesus seria outra encarnação do seu Mestre capital. Leia “L’Histoire du Christianisme” no 7º volume, de Ernest Renan, livro este condenado pela Igreja que mandou cremar toda edição, mas ainda sobraram alguns. Meu pai tinha um.

      1. Comentário de Junior em 29 dezembro 2011 às 8:47

        Carlos … respeito sua opinião …, contudo dentro da minha ignorância e limitação … reconheço que os desígnios divinos estão muito além de meu estágio primários de aprendiz universalista …. e governar ao meu ver … também está muito além da transcrição que a palavra simboliza na espiritualidade … pois o que ela nos reflete hoje em nossos conhecimentos e visão terrena são atos concretos oriundos da criatura humana com as mais variadas falhas e limitações … além do que JESUS veio até nós por puro amor trazer-nos os conceitos das leis universais … ou relembrar-nos de nossas responsabilidades assumidas … já que na época em que aqui esteve a população que representava o início religioso, cultural e social da humanidade vivia em imenso conflito … encaro a sua visita não como um ato bitolado ou impensado … já que segundo alguns estudiosos alegam que houve um preparo de 5.000 anos para isso … maiores detalhes poderão ser obtidos no livro Exilados de Capella/Colônia Capella a outra face de Adão de Pedro de Campos … ou até mesmo em várias obras de Allan Kardec ou Francisco Candido Xavier, que assim como qualquer outro livro ou mesmo filosofia, religião, culto ou seita, deverá ter sempre o crivo do discernimento e avaliação, por fim o respeito para evitar assim o dito fanatismo … pois o nosso maior legado não são esses brasões ou bandeiras que se levantam e sim a consciência do amor incondicional, respeito e fraternidade perante o nosso próximo … Quando o fizermos … com certeza estaremos no início de nosso estágio evolutivo … não como membros de instituições debatendo e impondo seus estatutos, rumos, conceitos e ideias, mais sim como uma unidade com único objetivo … o trabalho pelo crescimento coletivo ….
        Houve e haverá sempre missionários sejam eles de cunho religioso, político, humanitário ou até mesmo dentro de nossa família ou em nossa casa …. Pois missão temos todos nós … seja com uma coletividade ou unidade e até mesmo com nós mesmos …
        Quem JESUS foi … porque ele veio … para que ele veio …. Quem ele é … para mim são perguntas cujas respostas que obtive através da leitura … ainda não tenho … apesar que … através dela … aprendi a admira-lo e até ama-lo por aquilo que ele representou e representa hoje perante as necessidades da humanidade …

  5. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 29 dezembro 2011 às 10:44

    Amigos, por misericórdia, Capela é uma estrela (Cabra), da constelação do cocheiro, a principal e não tem vida nenhuma lá, para que possamos ser oriundos de tal lugar, mesmo espiritualmente, portanto, não passa de uma fantasia literária que não se pode levar a série. Esta constelação é muito perto da Terra: fica apenas a 45 anos-luz de distância e já foi devidamente estudada para se garantir que tais afirmativas não passam de mera fantasia na qual não podemos acreditar fanaticamente. Não levem a sério André Luiz porque já passei inúmeros vexames com colegas professores, quando eu era o coordenador da cadeira de Física: eles me trouxeram uma série de barbaridades cometidas na literatura desse Espírito, como se fosse “doutrina espírita”. Não apenas eu, como outros professores de Física já tiveram ocasião de contestar suas obras comprometedoras. Allan Kardec não coonesta tais afirmativas.

  6. Comentário de Michel Gouveia Fernandes em 29 dezembro 2011 às 13:20

    Acho que devemos usar o nosso tempo com algo mais construtivo. Passar o nosso conhecimento de como superou algum obstáculo pessoal, a sensação de ter feito alguma caridade, o que livro x ou y nos acrescentou e que fez mudar a nossa visão sobre algum assunto, resumindo…. Algo moral, porque ao meu ver toda religião tem que focar na evolução moral e das ferramentas para que possamos conseguir isso. Agora, ficar discutindo se o que Espirito x ou y falou ou deixou de falar sobre planeta A e B, é pura perda de tempo. Principalmente nesse momento onde o nosso nível moral é baixo demais. E nós serem humanos temos mais a intenção de provar que nós temos a razão do que investigar um fato se é verdade ou não.

    1. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 29 dezembro 2011 às 15:44

      Michel, distinto companheiro: discordo inteiramente da sua posição porque, se não alertarmos os incautos para essas obras que desviam a doutrina, que a deturpam ou que tentam mudar os conceitos, eles vão pensar que estas também sejam espíritas, quando, na verdade, algumas surgiram para tumultuar, outras foram escritas por vaidosos que se sentem donos da verdade,,, enfim, contrárias à codificação e, se os que conhecem, não alertarem os incipientes do estudo, eles se tornarão insipientes nos conceitos (perdoem-me o trocadilho) e julgarão a doutrina pelo lado errado.

  7. Comentário de Marco Aurélio de Carvalho em 3 janeiro 2012 às 20:31

    Queridos amigos…
    A explicação mais racional que já vi sobre o que teria acontecido ao corpo físico de Jesus eu encontrei no Livro de Urântia, (www.urantia.com.br). O Livro de Urântia, foi recebido de forma mediúnica, apesar de os receptores do livro não admitirem a mediunidade. O livro existe em pdf para download e em html para visualização.

    Encontramos no Documento 189 na página 2022:
    2. O CORPO MATERIAL DE JESUS

    Às três e dez, enquanto o Jesus ressuscitado se confraternizava com as personalidades moronciais reunidas, vindas dos sete mundos das mansões de Satânia, o dirigente dos arcanjos – anjos da ressurreição – aproximou-se de Gabriel e pediu-lhe o corpo mortal de Jesus. E o dirigente dos arcanjos disse: “Podemos não participar da ressurreição moroncial da experiência de auto-outorga de Michael, nosso soberano, mas gostaríamos de ter os seus restos mortais sob a nossa custódia para dissolução imediata. Não nos propomos empregar a nossa técnica de desmaterialização; meramente queremos invocar o processo do tempo acelerado. Suficiente para nós já é havermos visto o Soberano viver e morrer em Urântia; as hostes dos céus seriam poupadas da recordação de ter de suportar a visão da degradação lenta da forma humana do Criador e Sustentador de um universo. Em nome das inteligências celestes de todo o Nébadon, peço um mandato dando a mim a custódia do corpo mortal de Jesus de Nazaré e o poder de procedermos à sua dissolução imediata”.

    Os amigos interessados no estudo do Livro de Urântia há muitos grupos na internet fazendo isso. Vale a pena ler.

    Saudações Fraternas

  8. Comentário de Carlos de Brito Imbassahy em 8 janeiro 2012 às 10:14

    Gente: o povo de um modo geral, no seu fanatismo, sempre encontra um personagem para endeusar. No nosso caso, foi Jesus que se tornou divino. Na verdade, todas essas criaturas que se tornaram endeusadas, de fato, tiveram, à sua época, papel importante no lado espiritual humano. Mas, para o fanático, julgar que eles seja, (inclusive jesus) apenas humanos superdotados de espiritualidade é ou torna-se uma blasfêmia. E não adianta discutir com fanático e pior, com idólatras.

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